Poder

"O que cabe à Autoridade, como vimos insistindo, é a distribuição racional das competências e o dinamismo real que substitui o governo das leis pelo governo das pessoas e dos fatos. A divisão de atribuições e as disponibilidades resultantes permitem deslocar-se para dentro as intencionalidades a que aludimos, na linha dos objetivos que unificam e dão coerência à política universitária. De resto, estas só existirão se não forem desencorajadas pelo formalismo, e só concorrerão para a unidade se a Autoridade, em vez de imobilizar-se na cúpula, as acompanhar, a partir de suas fontes. Ao contrário disso, o que agora se faz é preparar leis e regimentos e tudo esperar de sua sabedoria normativa." (DTM, Subsídios para o plano de reforma da UFBa, p.72-73)